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Produtos de frigoríficos alvos da Operação Carne Fraca são recolhidos na região de Ribeirão Preto

iscais do Ministério da Agricultura apuram fraudes econômicas, como peso diferente do indicado na embalagem. Supermercados podem continuar venda até resultado final das análises.

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Fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizam nesta quinta-feira (23) uma operação na região de Ribeirão Preto (SP) para recolher amostras de produtos fabricados pelos frigoríficos investigados na Operação Carne Fraca da Polícia Federal.

Durante a manhã, cerca de 20 amostras já haviam sido levadas para análise, entre peças de carne bovina, suína e de frango, hambúrgueres e embutidos, como linguiças e salsichas, oriundos de frigoríficos no Paraná e em Goiás.

O ministro Blairo Maggi disse na quarta-feira (22) que esse tipo de fiscalização é feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas que o Mapa também pode ir aos supermercados, retirar amostras e enviar para análise em seus laboratórios.

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Além de Ribeirão Preto, são realizadas operações em Barretos (SP) e Orlândia (SP) nesta quinta-feira. O auditor fiscal federal Douglas Haas de Oliveira explica que estão sendo recolhidos apenas produtos cujos lotes são citados na Operação Carne Fraca.

“A gente está procurando os produtos e, caso encontre, é feita a coleta da amostra para verificar se está dentro dos padrões exigidos”, explica. O resultado dos testes deve sair em uma semana. Até lá, os estabelecimentos podem continuar comercializando as carnes.

Oliveira destacou que não se trata de apreensão, mas fiscalização para verificar fraudes econômicas, como peso da peça diferente do indicado na embalagem e excesso de líquido nos pacotes. Constatada alguma irregularidade, o produto pode ser retirado de circulação.

“São feitas análises e, estando em conformidade, continua sendo vendida porque não há risco para o consumidor. Carne estragada não tem. Em caso de não conformidade, o consumidor vai ter pagado um pouco a maios do valor correto, mas, dano à saúde não vai ter”, diz.

fonte: G1 Ribeirão Preto/Franca

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