Caminhão atingiu a estrutura após perder o freio; mais de 24 horas depois, poste danificado continua sem reparo e situação preocupa pela demora no atendimento de emergência.
Uma moradora do bairro Vale do Sol, em Matão, procurou o Portal Fala Matão para relatar a demora no atendimento da CPFL após um incidente envolvendo o caminhão de seu marido.
Segundo ela, o veículo estava estacionado quando perdeu o freio e acabou atingindo um poste de energia elétrica, por volta das 12h40. Ninguém ficou ferido, mas a base da estrutura foi danificada, gerando risco de queda. A família registrou boletim de ocorrência e acionou a CPFL pelo canal de urgência do 0800, mas, apesar das diversas tentativas, o atendimento demorou a acontecer.
Diante da reclamação, a reportagem entrou em contato com o Departamento Municipal de Trânsito. O diretor do setor, Soares, informou que conseguiu contato com o coordenador da CPFL em Matão e que uma equipe seria encaminhada ao local.
A moradora confirmou que os técnicos estiveram no endereço, mas, segundo ela, informaram um prazo adicional de até 48 horas para solucionar o problema. A previsão é que uma equipe de Araraquara realize o serviço, já que as equipes de Matão estariam empenhadas em outras ocorrências envolvendo postes danificados e falta de energia.
Enquanto isso, o caminhão permanece no local. A moradora foi orientada a não retirá-lo devido ao risco de choque elétrico e à possibilidade de queda do poste.
A demora preocupa. Diante de uma ocorrência que envolve risco à segurança, é preocupante a dificuldade de obter uma resposta rápida. Considerando a quantidade de chamados em Matão, conforme relatado pela própria concessionária, fica o questionamento sobre a possibilidade de deslocar equipes de cidades menos afetadas pelo temporal para reforçar temporariamente o atendimento no município.
Situações que envolvem risco de choque elétrico e possibilidade de queda de postes exigem prioridade e agilidade, para que moradores não permaneçam expostos a riscos por períodos prolongados.
O Portal Fala Matão acompanha o caso e permanece aberto aos esclarecimentos da CPFL.
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