Policiais localizaram grande variedade de entorpecentes, materiais para preparo de drogas e um laboratório ligado ao narcotráfico; investigação continua para apurar o uso dos veículos no esquema criminoso.
Uma operação da Polícia Civil batizada de ''Acerto de Contas'', realizada em Araraquara e Américo Brasiliense, resultou na prisão em flagrante de três pessoas suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas. A ação também levou à apreensão de uma grande quantidade de entorpecentes, materiais utilizados no preparo e na distribuição das drogas, armas, além de aproximadamente 70 veículos.
De acordo com informações da polícia, os presos estão sendo autuados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, receptação e posse de arma de fogo de uso permitido e restrito. No momento da operação, os policiais localizaram diversos tipos de drogas, entre elas cocaína, crack, haxixe e “dry”, uma droga sintética derivada da maconha.
Durante as buscas, também foram encontrados materiais utilizados no preparo e na embalagem de entorpecentes, como embalagens e balanças de precisão, o que levantou a suspeita de que um dos locais funcionava como um possível laboratório de drogas.
Segundo a Polícia Civil, há indícios de que os envolvidos atuavam de forma organizada, com divisão de tarefas dentro do grupo criminoso, formando uma estrutura voltada para o narcotráfico.

Foto: reprodução/EPTV
Outro ponto que chamou a atenção foi a apreensão de cerca de 70 veículos em um estabelecimento comercial localizado na Avenida Maria Antônia Camargo de Oliveira (Via Expressa).
Os veículos foram incluídos no auto de apreensão da delegacia, e a polícia vai investigar qual era a real ligação deles com o esquema criminoso. A suspeita inicial é de que os automóveis possam ter sido utilizados de alguma forma para dar suporte às atividades do tráfico.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam, com o objetivo de aprofundar a participação dos suspeitos, entender a função dos veículos apreendidos e identificar possíveis outros envolvidos no esquema criminoso.
A Operação foi realizada pela Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), com o apoio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e do Grupo de Operações Especiais (GOE) de Ribeirão Preto.
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